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quarta-feira, 18 de junho de 2014

O que é o Spark-Renault SRT 01E - O Carro Oficial da Temporada 2014 / 2015 da Fórmula E da FIA


Na primeira temporada, 2014 / 2015, todas as equipes e pilotos inscritos na Fórmula E da FIA (Fédération Internationale de l’Automobile), um esporte que deverá contribuir para o aumento de vários milhões de veículos elétricos (VEs) no mundo, utilizarão o mesmo modelo de carro: o Spark-Renault SRT 01E.

Este carro de corrida Fórmula E (Elétrico, a bateria) passou a ser desenvolvido a partir de Setembro de 2012, sendo fruto de uma parceria (consórcio) de 10 meses entre a Spark Racing Technologies, a McLaren Electronic Systems, a Williams Advanced Engineering, a Dallara e a Renault (além de outros parceiros "menores").


Desde o começo, o piloto brasileiro Lucas Di Grassi foi nomeado como piloto oficial testes, fazendo a demonstração do protótipo original, o Formulec EF01 (que foi construído no idos de 2010), que contou com um chassi construído pela Mercedes GP e motor elétrico construído pela Siemens. O Formulec EF01 foi usado para o vídeo promocional oficial e para apresentações em cidades-sede.

A Spark Racing Technology, a empresa dedicada à criação e montagem dos carros que participarão do Campeonato Mundial de Fórmula E da FIA, foi criada em 2012 e é focada exclusivamente na fabricação destes carros, para a primeira série de corridas de VEs totalmente elétrico do mundo, que começa já em Setembro de 2014, se incumbindo de formar as parcerias necessárias entre as empresas envolvidas.

O deslumbrante e futurista monolugar Formula E Spark-Renault SRT 01E, que representa o futuro do automobilismo esportivo mundial, é capaz de atingir de 0-100 km/h em menos de três segundos, e está em construção pela Spark Racing Technology com parceria técnica da Renault, chefiada por Frédéric Vasseur, objetivando produzir os 42 carros para a primeira temporada.


Deste modo, para as 42 unidades do Spark-Renault SRT_01E encomendadas pela organização da Fórmula E para o início das competições, os carros contam com as seguintes colaborações:

A Williams Engenharia Avançada assinou um acordo exclusivo com a Spark Racing Technology para ser o único fornecedor de tecnologia de bateria para a Fórmula E. O pacote de bateria de tração compreende, além do arranjo de ligação das células de bateria, empacotado, também o sistema eletrônico de gerenciamento da bateria. 

A Williams se tornou-se uma experta em baterias, a partir do seu programa de Formula 1, após a introdução do seu Sistemas de Recuperação de Energia Cinética, em 2009. Com base nos sistemas de baterias usadas nos carros de Fórmula 1 dela, a Williams criou uma nova bateria e o sistema de gerenciamento de bateria associado, que são capazes de alimentar um carro de corrida totalmente elétrico, capaz de alimentar uma carga produzindo uma potência de até 200 kW (o equivalente a 270bhp).

O complemento do Sistema de Armazenamento de Energia Recarregável (RESS, Rechargeable Energy Storage System), como o emprego de supercapacitor, flywheel (um dispositivo mecânico que é utilizado para armazenar energia rotacional), bateria extra e conversor, por exemplo, é de projeto livre, porém, deve ser homologado pela FIA.

Quanto ao carregamento (ou recarregamento) da bateria, de acordo com os regulamentos atuais, os carros de Fórmula E poderão ser recarregados durante os treinos, a qualificação, a corrida e em alguns outros momentos especificados durante o fim de semana da competição. (ver mais abaixo sobre a Qualcomm).

O motor, que foi desenvolvido originalmente para equipar uma versão puramente elétrica do carro de estrada McLaren P1, pesa cerca de apenas 26 kg, e produz uma potência máxima de 270 CV, com 140 N.m de torque instantâneo.

Fornecendo quase tudo, exceto a bateria, a McLaren projetou um sistema completo: fornecerá não apenas a parte eletrônica principal do sistema de tração, a PCM (Powertrain Control Module), que equivale ao Engine Control Unit (ECU, dos carros de Fórmula 1) e inclui a eletrônica de potência do Conversor de Frequência (Inversor) e do Conversor CC/CC, para controle e transmissão da tração, a partir da bateria, nos carros de Fórmula E, bem como o software, sensores e outros componentes associados ao sistema 1. 

Os carros do campeonato FIA Formule E usam pneus de 18 polegadas, mas que são adequados, simultaneamente, tanto para as condições úmidas, quanto secas, pois a Michelin (fornecedora exclusiva) disponibilizará apenas um composto (não haverão compostos mais duro e mais macio, tal como ainda é feito para a Fórmula 1). A priori, um único jogo de pneus, está previsto para durar todo o fim de semana da competição.


  • Chassi: montados e fornecidos Dallara;
A Dallara, com seus quarenta anos de experiência no automobilismo, construiu a estrutura monobloco, feita de fibra de carbono e alumínio, que é tanto super leve, como muito resistente a cumprir os 2.014 testes de colisão feitos pela FIA. 2

O conjunto é conectado a um controle de caixa diferencial e a de caixa de direção, fornecidos pela Hewland, com proporções fixas para ajudar a reduzir ainda mais os custos.

  • Controle e Garantia de Qualidade: exercido pela Renault;
A supervisão de todo o sistema de integração dos carros é feita pelo parceiro técnico para o campeonato, a Renault, que é não apenas experiente em automobilismo, mas fabricante de VEs, com o seu Renault ZOE. e devido às suas tecnologias esportivas, compromisso ambiental e programa Renault Sport de F1.


Outras parcerias:


Quanto a outras parceiras "menores" do consórcio, como eu mencionei anteriormente, a principal, e não menor, na minha opinião, parece ser a Qualcomm (que já era, anteriormente, parceira da Renault), que se tornou, além de patrocinadora, parceira-fundadora oficial desde Sembro/2013.

O acordo com a Qualcomm permitirá que a ela e a Formula E Holding apresentem, não apenas tecnologias relativas a dispositivos móveis para os VEs, bem como a tecnologia de recarregamento sem fio de baterias (com o Qualcomm Halo™ Wireless Electric Vehicle Charging), que promete ser usada em algum momento, já nesta primeira temporada da competição.

A tecnologia Qualcomm Halo WEVC usa indução magnética (wireless) para transferir energia ressonante entre um bloco primário instalado no chão e uma "almofada de carregamento", secundário, instalada abaixo dos VEs.

Ao que tudo indica, como as provas serão disputadas em pistas de rua nas cidades escolhidas como locais da competição (que inclui o Rio de Janeiro), pelo menos a princípio, o carregamento sem fio deverá ocorrer com os VEs estacionados, e não nas pistas, com os veículos em movimento, o que também deverá ser possível no futuro. Muito provavelmente deverá ocorrer a troca de carro, por parte dos pilotos, durante uma prova, para que se proceda o recarregamento pleno da bateria.


"A FIA de Fórmula E Championship vai tornar-se uma vitrine para a tecnologia de veículos elétricos", disse Alejandro Agag, diretor executivo do Championship Promoters Formula E Holdings. Eu creio que poderá se tornar A MAIOR VITRINE. É esperar o circo ser montado em Pequim, China, em 13 de Setembro, para ver e ouvir o som dessas máquinas, e começar a torcer, pelos VEs e pelo Brasil.

Notas:


1. Sobre Conversores, Inversores e Controles:


Em veículos elétricos (VEs), que inclui, além dos Veículos Elétricos a Bateria, também os Veículos Elétricos Híbridos, e mesmo os Veículos a Célula de Combustível, o Inversor, o(s) Conversor(es) CC/CC e o(s) Controlador(es) podem até ser integrados em uma única unidade (um único bloco), pois eles, interligados, formam um único sistema. Todavia, cada um deles pode, também, ser compreendido (e montado no carro) em separado, como um subsistema, pois eles executam tarefas distintas.

Além do mais, o Inversor e o(s) Conversor(es) CC/CC são constituídos de arranjos contendo vários Dispositivos Semicondutores de Eletrônica de Potência, que ao estarem em operação, acionados por sinais de controle, carregam a energia elétrica bruta da tração, da frenagem e da recarga da bateria, gerando, assim, uma quantidade de calor bastante considerável e, em geral, requerem o seu próprio sistema de refrigeração dedicado e, inclusive, separado do sistema de refrigeração da Máquina Elétrica (Motor Elétrico) do carro, o que inclui a sua própria bomba e radiador.

Já, o(s) Controlador(es), estes são constituídos de Circuitos Integrados (Chips) de microeletrônica (µcontroladores, DSPs, Interfaces DAC, comunicação e rede, etc), os quais demandam potência elétrica relativamente muito baixa para operar, além de integrarem o(s) software(s), sendo recomendável que sejam mantidos apartados de fontes de calor, que podem interferir de modo prejudicial.

2. Projeto do Corpo de Carro em Alumínio:


Carrocerias de aço têm sido tradicionalmente fabricadas a partir de peças de chapa estampada, unidas por solda a ponto por resistência. Recentes desenvolvimentos incluíram a introdução da tecnologia de moldação hidráulica e a técnica de soldadura por feixe de laser. Junto com a introdução de novos tipos de aço de alta e ultra alta resistência no mercado, assim foi possível melhorar a rigidez e a resistência ao choque (atributos anti-acidentes) e / ou reduzir o peso das carrocerias de aço, com pouco ou nenhum custo adicional. Soldadas a laser, juntas contínuas aumentam significativamente a rigidez da estrutura de corpo monobloco e componentes estruturais e de sobre-chassi, fabricados a partir de finos, tubos de aço hidro-formados permitindo melhorias da força da rigidez do corpo.

Princípios de projeto e de fabricação similares aos utilizados para estruturas do corpo em aço podem ser aplicados para confeccionar um corpo de carro todo em alumínio. No entanto, a simples substituição de materiais nem sempre leva a soluções custo-eficientes. É essencial ter uma abordagem holística e considerar todo o sistema, que consiste no material de construção, conceitos de projeto apropriados e métodos de fabricação aplicáveis. Conceitos de carroceria de alumínio técnica e economicamente promissores são o resultado de conceitos de design orientado para o alumínio e tecnologias de fabricação devidamente adaptados. Com suas diferentes formas de produtos (laminação, extrusão, fundição, etc), o alumínio oferece uma ampla variedade de opções de projeto.

Por isso, uma substituição apropriada de aço por alumínio na estrutura do corpo, não só permite uma redução de peso significativa, mas influencia, também, na eficiência de custo. A escolha da forma do produto mais apropriado - dependendo do tipo de carro e de acordo com o volume de produção previsto - também permite a otimização do desempenho técnico de acordo com as condições econômicas e ecológicas específicas da instalação. 

Os principais elementos de uma estrutura de corpo do carro auto-sustentável (monobloco) são: 
  • Perfis para Suporte de Carga;
  • Chapas de Rigidez Estrutural, e;
  • Elementos de Junta necessários (nós).
Estrutura de perfil oferece a base para as altas flexão e rigidez a torção necessárias ao corpo do carro, dentro de certas restrições do conjunto.

A estrutura básica do corpo dado por perfis e nós é mais enrijecida pela adição de chapas, que também são usadas ​​para formar o gabinete total do corpo. Um requisito adicional é um projeto de excelente resistência ao choque do corpo do carro (capacidade de absorção de alta energia por deformação, sem iniciação de trincas e fraturas).


terça-feira, 17 de junho de 2014

Pilotos e Equipes Inscritos Para a Temporada 2014/2015 da Fórmula E da FIA


A temporada inaugural 2014 / 2015 da FIA Formula E Championsh terá 10 equipes, cada uma com dois pilotos competindo, com as provas começando em 13 de setembro de 2014 (em Pequin, China) 

Todas as equipes e pilotos, que vêm de uma variedade de campeonatos mundiais anteriores de alta categoria, já foram confirmados e aprovados pela FIA (ver as relações abaixo).

Para a temporada inaugural, cada equipe irá utilizar quatro carros Spark-Renault SRT_01E Fórmula E, dois por piloto, com os carros / equipes sediados em uma oficina central, especialmente construída para esse propósito, em Donington Park, no Reino Unido, como parte de uma série de medidas para reduzir os custos globais de funcionamento dessa nova categoria da FIA.

A partir da segunda temporada, a Fórmula E vai se tornar um 'campeonato aberto', permitindo que as equipes projetem e desenvolvam seus próprios carros - pautados de acordo com as especificações técnicas estabelecidas pela FIA - e mostrar suas inovações em tração por energia elétrica de alta performance no ambiente competitivo das corridas.

Veja a relação dos Pilotos inscritos para a temporada 2014 / 2015 da Fórmula E:


NOTAS:

GP2: GP2 Series;


Caterham: Equipe Caterham de F1 (ex-Lotus);


Veja, a seguir, a relação dos Equipes inscritas para a temporada 2014/2015 da Fórmula E (clique sobre o nome para ver a ficha técnica):






























































Como vocês mesmos podem constatar, tal qual ocorre nas demais modalidades do automobilismo esportivo mundial, o Brasil, como sempre, tem talentos individuais (pilotos), mas não tem, ao menos por enquanto, nenhum empreendimento (equipe), diferente da China e da Índia, que não estão deixando de aproveitar essa oportunidade, com pilotos e equipes inscritas.

Mas não devemos esquecer que talentos individuais passam, as vezes de forma repentina e dramática, como ocorreu com o nosso querido Ayrton Senna, ficando apenas a boa saudade, enquanto que os empreendimentos, estes podem durar muito e trazer retornos consistentes para o país.

De qualquer modo, muito boa sorte aos nossos pilotos competidores: Lucas Di Grassi e Bruno Senna.

Veja Também:


FIA Formula E Championship - Um novo Campeonato FIA em 2014






quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

FIA Formula E Championship - Um novo Campeonato FIA em 2014

O piloto brasileiro Lucas Di Grassi, que em Novembro último havia testado e aprovado o desempenho do carro elétrico de corrida construído pela Renault para a categoria de Fórmula E (Fórmula de Veículos Elétricos) da FIA, agora está confirmando a sua participação na temporada de estreia, em 2014, desta nova categoria de campeonato.

Veja no linque a seguir o vídeo do teste do carro e repare, ainda, no som do novo bólido (se Deus permitir, um som muito próximo deste, só que de volume um pouco mais baixo, será o que deveremos acostumar a ouvir nas ruas, daqui para a frente):


Esta semana Lucas Di Grassi teve a honra de pilotar o carro da Renault em sua apresentação de lançamento. O primeiro carro que vai disputar a Fórmula E, categoria de monopostos elétricos que terá sua temporada de estreia agora, em 2014, foi apresentado na noite da última segunda-feira, em Las Vegas, EUA.

O carro Spark-Renault SRT-01E é capaz de desenvolver uma velocidade de até 225 km/h. Todavia, o carro ainda poderá ser melhorado até a estréia pois, a temporada da Fórmula E está programada para começar apenas em setembro de 2014, na China.




No total, serão dez corridas marcadas pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo). Uma delas será disputada no Rio de Janeiro, no próximo dia 15 de novembro.

Infelizmente, parece que não será mais (e eu ainda não consegui encontrar nenhuma reportagem sobre o porque não), o calendário foi reajustado, com maior intervalo entre as etapas, e o Rio de Janeiro - Brasil, infelizmente, perdeu a primazia para Punta del Leste - Uruguai, como posição no calendário original, enquanto a 5ª etapa (que era para ser a da Argentina, mas que passou para a 4ª ertapa) passou a constar como TBA = To Be Announced (ainda a ser definida). Com isso, apenas 9 localidades aparecem no mapa do calendário da FIA Formula E. Vamos torcer para que o Brasil volte ao circulo, em 14 de Fevereiro de 2015).

2014/2015 Calendário e Mapa
"É um sentimento diferente de qualquer outro. Você tem que ser mais preciso, mas é mais eficiente", disse Di Grassi, após o lançamento do carro.

"A Fórmula E é o futuro do automóvel, penso que isto mudará a percepção que se tem dos carros elétricos", disse Paul Jacobs, chefe executivo da empresa de telecomunicações que produz os chipsets de telefones celulares Qualcomm, uma das patrocinadoras da categoria Fórmula E da FIA.

O chefe da Fórmula E, Alejandro Agag, disse que espera da nova categoria uma mudança nos carros elétricos e sua imagem junto ao público e empresas. "Os automóveis elétricos são percebidos como lentos. Buscamos que mais consumidores tenham um carro elétrico", disse.

Conheça aqui o site dessa nova categoria de automobilismo esportivo, a Fórmula E:



FIA Formula E Championship - Um novo Campeonato FIA em 2014:


A Fórmula E é um novo campeonato da FIA, com carros do tipo "Fórmula", movidos exclusivamente a energia elétrica. Ela representa uma visão para o futuro da indústria automóvel ao longo das próximas décadas.

O FEH (Formula E Holdings), que é o novo promotor, tem como empresário com sede em Londres o investidor âncora Enrique Bañuelos, e como CEO e acionista, o empresário, ex-político deputado do parlamento europeu e atual proprietário da equipe de corrida GP3 Addax, Alejandro Agag, que tem uma longa experiência no negócio de esporte a motor. Também associados ao projeto estão Lord Drayson, sócio-gerente da Drayson Racing Technologies, e Eric Barbaroux, presidente da empresa ​​automotiva elétrica francesa "Fórmula Elétrica".

As corridas de demonstração dos carros de Fórmula E tiveram início em 2013, e agora será seguida pelo campeonato, em 2014, com um objetivo inicial de 10 equipes e 20 pilotos participando da competição. As corridas serão idealmente encenadas no coração das principais cidades do mundo (não em autódromos), em torno de seus principais marcos históricos.

Especificações:

  • Haverá 10 equipes - 20 pilotos - 40 carros;
  • Cada equipe irá incluir dois pilotos e 4 carros;
  • A e- Prix será realizada em 10 cidades em todo o mundo;
  • Pistas deverão ser nas cidades: com 2,5 a 3 km de comprimento;
  • Os carros irão acelerar de 0 a 100 km / h em 3 segundos, com uma velocidade máxima de 220 ​​km/h;
  • Os níveis de decibéis de ruído: carro elétrico comum = 70dB ; Fórmula E = 80dB ; ônibus elétrico = 90dB.

A Corrida:

  • De manhã cedo: sessão de treinos livres, seguida pela qualificação;
  • Final da manhã: 1 volta de tempo de qualificação de cada piloto com ambos os carros A e B;
  • Tarde: uma pausa de 2 horas para recarregar os carros;
  • Noite: corrida final com três passagens e dois pit stops;
  • O pit stop vai envolver uma mudança de carro: quando a bateria se esgota, o motorista vai fazer um pit stop, então vai correr 100 metros para subir em um carro recarregado.

Logotipo:





Temporada:


A temporada de Fórmula E inaugural será disputada ao longo de 10 rodadas, a partir de 13 de setembro de 2014 (Pequin, China) e terminando em 27 junho de 2015 (Londres, Inglaterra). O Brasil abrigará a prova da terceira rodada, em dia de feriado nacional, 15 de Novembro de 2014, no Rio de Janeiro. (PERDEMOS MAIS UMA!?!).

Em compensação, o Brasil encaixou mais um piloto (o terceiro) na Formula E:  Nelson Piquet, Jr, pela equipe China Racing.

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Pilotos e Equipes Inscritos Para a Temporada 2014/2015 da Fórmula E da FIA



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