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domingo, 16 de julho de 2017

Dois Milhões de Unidades VEs no Mundo, e Crescendo: agora China e Noruega Lideram


De acordo com o relatório da IEA (International Energy Agency) de 2017, publicado após atingirmos 2.000.000 de unidades de VEs no mundo todo, agora, a Noruega e a China lideram quando se trata de vendas VEs.


Esta publicação foi preparada pela Divisão de Política de Tecnologia Energética da Direção de Sustentabilidade, Tecnologia e Perspectivas da Agência Internacional de Energia (International Energy Agency (IEA)), sob a direção de Kamel Ben Naceur e orientação de Jean-François Gagné. Pierpaolo Cazzola liderou essa atividade como Coordenador de Iniciativa de Veículos Elétricos.

O relatório foi desenvolvido em conjunto por Pierpaolo Cazzola e Marine Gorner com a contribuição de Luis Munuera (para a seção sobre desafios e oportunidades para o setor de energia) e o apoio de Renske Schuitmaker e Erik Maroney. A Marine Gorner também coordenou a coleta de dados e realizou o desenvolvimento dos conjuntos de dados da IEA subjacentes a essa análise.

Os seguintes indivíduos contribuem para o desenvolvimento das atividades da Iniciativa de Veículos Elétricos em nome de seus governos membros, incluindo o fornecimento de dados e assistência (incluindo revisão) na elaboração deste relatório:

Carol Burelle (Canadá); Pei Li, Lijin Zhao, Yong Jin, Chengxi Li, Guofang Liu (China); Cédric Messier, Daniel Strat, Maude Premillieu, Vincent Delporte (França); Gereon Meyer, Birgit Hofmann (Alemanha), Jiro Arai, Zuiou Ashihara, Kaori Higashitani (Japão); Sonja Munnix (Holanda); Marten Hamelink, Rik Boddeus (Países Baixos); Jannis Rippis, Asbjørn Johnsen, Havard Grothe Lien, Andreas Enge (Noruega); Martin Palm, Peter Kasche (Suécia); Tim Ward, Alex Philpott, Bob Moran (Reino Unido), Daniel Noll, David Howell, Anand Gopal, Alex Schroeder, Jake Ward , Cabell Hodge, Matteo Muratori, Rudy Kahsar (EUA).

Pravin Agrawal, Vishvajit Sahay, Raj Kumar Singh (Índia), Hwanjung Jung, KiYeol Kim, Hyun Park (Coréia) também apoiaram a coleta de dados.

Ock Taeck Lim (Universidade de Ulsan, Coreia), Jian Liu (Instituto de Pesquisa Energética, China), Zhong Lyu (IEA), Michael Rask (Programa de Cooperação Tecnológica do IEA sobre Veículos Elétricos Híbridos para a Dinamarca) Sandra Retzer (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GIZ China), Xinnan Wang (GIZ China) e Bert Witkamp (AVERE - Associação Européia de Veículos Elétricos) também forneceram dados e assistência, contribuindo para a revisão, além de vários outro importantes revisores externos e da IEA.


Sumário executivo


Novos registros de carros elétricos atingiram um novo recorde em 2016, com mais de 750 mil vendas em todo o mundo. Com uma participação de mercado de 29%, a Noruega obteve incontestavelmente a implantação mais bem sucedida de carros elétricos em termos de participação de mercado, globalmente. 

Seguem-se os Países Baixos, com uma quota de mercado de carro elétrico de 6,4%, e a Suécia com 3,4%. A República Popular da China (a seguir, "China"), a França e o Reino Unido têm partes de mercado de carros elétricos próximas de 1,5%. 

Em 2016, a China foi, de longe, o maior mercado de automóveis elétricos, representando mais de 40% dos carros elétricos vendidos no mundo e mais do dobro do valor vendido nos Estados Unidos.

O estoque global de carros elétricos ultrapassou 2 milhões de veículos em 2016 depois de cruzar o limite de 1 milhão em 2015.

Figura 1 • Evolução do estoque global de carros elétricos, 2010-16

Notas: O estoque de carro elétrico mostrado aqui é estimado principalmente com base nas vendas acumuladas desde 2005. Quando disponível, os números de estoque de estatísticas nacionais oficiais foram usados, desde que de boa consistência com as evoluções de vendas.

Fontes: análise da IEA baseada em envios dos países membros da Iniciativa de Veículos Elétricos, complementada por EAFO (2017a), IHS Polk (2016), MarkLines (2017), ACEA (2017a, 2017b) e EEA (2017).

Ponto-chave: o estoque de carros elétricos vem crescendo desde 2010 e superado o limite de 2 milhões de veículos em 2016. Até agora, a captação de Veículos Elétricos a Bateria (BEV) foi consistentemente à frente da aceitação de Veículos Elétricos Híbridos Plug-In (PHEVs).

Até 2015, os Estados Unidos representavam a maior parte do estoque global de carros elétricos. Em 2016, a China tornou-se o país com o maior estoque de carros elétricos, com cerca de um terço do total global. 

Com mais de 200 milhões de veículos elétricos de duas rodas, 3 a 4 milhões de veículos elétricos de baixa velocidade (LSEVs) e mais de 300 mil ônibus elétricos, a China também é, de longe, líder mundial na eletrificação de outros modos de transporte.

À medida que o número de carros elétricos na estrada continuou a aumentar, a infra-estrutura de carregamento de acesso privado e de acesso público também continuou a crescer. Em 2016, a taxa de crescimento anual da cobrança pública (72%) foi maior, mas de uma magnitude similar, do que a taxa de crescimento do estoque de carro elétrico no mesmo ano (60%).

O conteúdo dessa postagem, até aqui, foi uma tradução livre da parte inicial do Relatório da IEA (International Energy Agency) de 2017, titulado, originalmente, Global EV Outlook 2017 - Two million and counting (muito mais pode ser aprendido se clicando para acessar, baixar e ler diretamente o tal relatório, em Inglês).

Best regards,
Au revoir.

André Luis Lenz

sábado, 15 de julho de 2017

Eletrobras Ressalta Importância de Itaipu na Pesquisa de Veículos Elétricos


A Itaipu Binacional entregou em Abril último, dois veículos elétricos à Eletrobras e, posteriormente, em Junho, um terceiro veículo elétrico foi entregue ao Ministério de Minas e Energia (MME), todos em comodato. A entrega do Zoe e do Fluence elétricos a Eletrobras aconteceu na sede da holding, em Brasília, e reuniu o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior; o diretor-geral brasileiro da Itaipu, Luiz Fernando Vianna; o coordenador brasileiro do Programa Veículo Elétrico (VE) da Itaipu, Celso Novais, e outras autoridades. 

Já, o Renault Fluence, de cor preta, do MME será usado como carro oficial pelo Poder Executivo. Outros dois eletropostos também foram cedidos na ocasião. De acordo com o diretor-geral brasileiro da Itaipu, o VE dá protagonismo à empresa na área de mobilidade elétrica. "É uma forma de dar nossa contribuição ambiental para a sociedade. O repasse ajuda a incentivar e divulgar a tecnologia do VE", disse Vianna. 

Com os três carros cedidos (dois à Eletrobras e um ao MME), a Itaipu soma, atualmente, doze veículos elétricos entregues em regime de comodato a entidades como Copel, Exército, ONU Mulher, Universidade Federal de Santa Catarina, governo do Paraguai, além dos órgãos do setor elétrico em Brasília. Na frota própria, a Itaipu mantém 100 veículos elétricos, de carros de passeio até avião.

Ferreira Júnior ressaltou a importância da Itaipu na pesquisa e desenvolvimento de veículos elétricos e, também, o fomento da indústria brasileira para a criação de novos modelos de negócios baseados nesta tecnologia. “A Itaipu está de parabéns”, disse. “Nenhuma outra empresa investiu tanto em conhecer e divulgar a tecnologia do veículo elétrico como a Itaipu”, afirmou. “Hoje, eu sinto orgulho por ter a empresa no grupo Eletrobras.”

Crédito: Sérgio Amaral

O presidente da Eletrobras é um grande entusiasta da mobilidade elétrica, que, segundo ele, será o “futuro inevitável” do transporte no mundo todo. Antes de assumir o cargo, em julho do ano passado, ele presidiu a CPFL Energia por 12 anos, período em que criou o Programa de Mobilidade Elétrica - Emotive. Mais tarde, a CPFL tornou-se uma das parceiras do Programa Veículo Elétrico, da Itaipu.

“O Brasil tem um potencial muito grande pela frente e não há dúvidas de que este será o mercado do futuro”, completou Ferreira Júnior. “O que a gente pode fazer é compartilhar estes dez anos de pesquisa do Programa VE para ajudar a indústria a crescer e criar, por exemplo, um motor nacional, como a Itaipu já está fazendo com o Twizy”, concluiu.

Para Vianna, os dez anos de experiência do Programa VE dá protagonismo à empresa na área de mobilidade elétrica. “É a nossa forma de dar uma contribuição ambiental à sociedade”, resumiu, ao elogiar o programa. E complementou: “A intenção é que os elétricos cheguem a outras empresas da holding como um incentivo à divulgação da tecnologia do VE.”

Crédito: Sérgio Amaral

Mobilidade elétrica 


Os modelos entregues à Eletrobras são veículos de passeio para uso urbano. O Renault Zoe tem autonomia de 100 km a 150 km, velocidade máxima de 150 km/h e consumo de 146 Wh/km (watt-hora por quilômetro). O Renalt Fluence ZE tem autonomia de 90 km a 140 km, pode chegar a 135 km/h e consome 140 Wh/km. Ambos 100% elétricos e silenciosos, eles representam todas as vantagens econômicas e ambientais dos veículos elétricos.

“Nós assinamos o Acordo de Paris sobre a redução das emissões dos gases do efeito estufa e o veículo elétrico é uma ótima oportunidade para diminuirmos as emissões de nossa frota”, disse Wilson Ferreira, lembrando que os motores a combustão e as queimadas são os dois maiores emissores de gases estufa do Brasil.

Menos CO2


Segundo levantamento do Programa VE, em dez anos os veículos elétricos de Itaipu rodaram 836 mil km e evitaram a emissão de 87 toneladas de CO2. Para neutralizar estas emissões seria necessário o plantio de 498 árvores. Ampliando o cálculo à frota brasileira, que roda em média 670 bilhões de km por ano, as emissões evitadas seriam de 69,7 milhões de toneladas de CO2, que, para serem neutralizadas, exigiriam 400 milhões de árvores plantadas.

Outro aspecto positivo é a eficiência energética, que é de 90% pra carro elétrico, contra 37% dos movidos a gasolina. O custo da energia é de 1/5 em comparação ao combustível. Na Itaipu, os dez anos do Programa VE resultaram em uma economia de R$ 240 mil – considerando que a própria empresa produz a energia que abastece os carros (se a energia fosse comprada, a economia seria de R$ 110 mil). Em todo o Brasil, a economia seria da ordem de R$ 100 bilhões ao ano.

Programa VE 


Criado em 2006 por solicitação da Eletrobras, o Programa VE da Itaipu conta hoje com uma frota de 100 veículos, incluindo carros de passeio, miniônibus, ônibus híbrido (elétrico e etanol), caminhão, veículo off-road e um avião elétrico de dois lugares. “O programa está alinhado às diretrizes da Eletrobras em relação à mobilidade elétrica”, explicou Novais. “É do interesse da Eletrobras promover a mobilidade sustentável e preparar o setor elétrico para esta tecnologia. São várias frentes novas de pesquisa que precisam ser tratadas pelo setor e a Itaipu vem conduzindo este processo.”

De acordo com o coordenador, o Programa teve um papel inicial importante na montagem dos veículos, em uma época em que a tecnologia ainda era incipiente no mundo todo. Esta primeira etapa ajudou a criar uma cadeia de fornecedores de componentes que, hoje, são fundamentais para que empresas – como a Renault, por exemplo – tragam seus veículos para o Brasil.

“Nosso foco atual é buscar soluções de infraestrutura e novas possibilidades de negócio que surgem com a tecnologia, novos modelos de operação e de armazenamento de energia”, avaliou Novais. Em um futuro próximo, conclui ele, a infraestrutura de abastecimento estará consolidada e surgirão novos modelos, como os veículos integrados à rede, que poderão fornecer a energia acumulada para ser usada no horário de pico.


Outras informações sobre o programa VE


O Programa Veículo Elétrico (VE) é resultado da parceria entre Itaipu Binacional, uma das maiores geradoras de energia limpa e renovável do Planeta, e a KWO – Kraftwerke Oberhasli AG, que controla usinas hidrelétricas na região dos Alpes, na Suíça. O acordo foi formalizado em maio de 2006, com a assinatura do convênio 8226/2006. Com o tempo, outras parceiras foram incorporadas ao programa, como a Fiat, a Renault, BMW, Iveco e Agrale.

O objetivo é pesquisar soluções de mobilidade elétrica que sejam técnica e economicamente viáveis e que possam minimizar o impacto ambiental das fontes sujas de energia, como os combustíveis fósseis.

Para permitir pesquisas sobre o impacto dos veículos na rede elétrica, o Programa VE também incorporou à frota modelos que já são produzidos em série pela indústria. Entre eles, o compacto 500e, da parceira Fiat, e modelos da Renault, outra parceira do programa: os compactos Twizy e Zoe e o sedã Fluence ZE.

Em 2014, o Programa VE iniciou – em um galpão anexo ao CPDM-VE –, a montagem de 32 modelos Renault Twizy. O objetivo desta ação é viabilizar estudos para a elevação gradual do índice de nacionalização dos componentes usados nos veículos elétricos, além de preparar fornecedores de peças no Brasil e no Paraguai.

A última parceira a entrar no programa, em 2015, foi a montadora alemã BMW, que produz os modelos elétricos i3. Esses modelos também serão utilizados para os estudos de impacto do veículo à rede elétrica.

Ônibus e caminhão elétricos


Além do transporte individual, o Projeto VE busca soluções para transporte de carga e de passageiros. Surgiu dessa preocupação o primeiro caminhão elétrico da América Latina, em parceria com a Iveco – braço da Fiat para veículos pesados. Lançado em agosto de 2009, o Iveco Daily Elétrico cabine dupla ganhou o Prêmio Destaque Tecnológico no congresso da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE).

Na sequência, o Programa VE desenvolveu o primeiro ônibus 100% elétrico do País e o primeiro ônibus híbrido, movido a eletricidade e a etanol. A estreia do veículo híbrido foi durante a Cúpula de Presidentes do Mercosul, em Foz do Iguaçu, em dezembro de 2010.

O avião elétrico


Em junho de 2015, Itaipu e a empresa ACS Aviation, de São José dos Campos (SP), colocaram no ar o primeiro avião elétrico tripulado da América Latina. O voo histórico ocorreu na pista do aeroporto da binacional, na margem paraguaia da usina.

O interesse do Programa VE neste setor é aprofundar os estudos sobre materiais compostos utilizados nas aeronaves, considerados fundamentais para a redução de peso dos veículos elétricos. Quanto menor o peso, menor a autonomia.

Baterias 


O alto custo das baterias é considerado uma das principais barreiras à popularização dos veículos elétricos. Para superar essa dificuldade, o Projeto VE obteve recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. A gestora do financiamento é a Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI).

O objetivo da ação é nacionalizar a tecnologia aplicada ao produto. As baterias Zebra, que alimentam os protótipos Palio Weekend, são importadas da Suíça. Totalmente recicláveis, as baterias são feitas à base de sódio, níquel e cádmio.

Outra linha de pesquisa do Programa VE é o Sistema Inteligente de Armazenamento de Energia (IESS, na sigla em inglês), que pretende viabilizar o fornecimento de energia elétrica para comunidades isoladas – como as faixas de fronteira na região Norte do País.

A solução do IESS alia fontes limpas, gratuitas e abundantes do País (energia solar e eólica) a um sofisticado sistema de armazenamento, com baterias de sódio 100% recicláveis.

Parceria com o Exército brasileiro vai permitir a instalação de uma versão industrial do IESS em um Pelotão Especial de Fronteira (PEF) no Estado do Pará.

Mob-i: mobilidade inteligente


Em 2014, as ações de Itaipu no segmento entraram em uma nova fase, com o lançamento do Programa de Mobilidade Elétrica Inteligente (Mob-i), em parceria com o Centro de Excelência para a Inovação da Indústria Automóvel (Ceiia), de Portugal.

O novo programa atende a uma transição prevista por Itaipu quando começou a pesquisar as novas tecnologias de mobilidade: sair dos laboratórios, ganhar as ruas, conquistar consumidores e, no futuro, ocupar as linhas de produção da indústria nacional.

O Mob-i contempla sistemas de gestão de energia para abastecimento, gestão de frota e compartilhamento de veículos elétricos, tendo como base a plataforma Mobi.me, aplicativo desenvolvido pela Ceiia.

Com o sistema, é possível monitorar – em tempo real – o deslocamento dos veículos elétricos, gerando indicadores como a energia elétrica consumida e a quantidade de dióxido de carbono que deixou de ser lançada na atmosfera.

O Mob-i mantém um centro de operações no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), em Foz do Iguaçu, e três projetos-piloto: o Curitiba Ecoelétrico, na capital paranaense, o Brasília Ecomóvel e o Mob-i ONU, os dois últimos desenvolvidos na capital federal.

Somente no primeiro ano de operação, o Curitiba Ecoelétrico deixou de lançar na atmosfera mais de 6,6 toneladas de CO2, além de economizar mais de 5,2 mil litros de combustível. A experiência da capital paranaense poderá ser replicada em outros grandes centros urbanos do Brasil e do exterior.

Compartilhamento


No final de 2016, a Itaipu Binacional e o Parque Tecnológico Itaipu (PTI), em parceria com o Centro de Excelência para a Inovação da Indústria Automóvel (Ceiia), de Portugal, inauguraram o Sistema de Compartilhamento Inteligente (SCI), para compartilhamento de veículos elétricos.

O projeto é piloto e vai atender, nesta primeira fase, apenas colaboradores de Itaipu e PTI que necessitem fazer deslocamentos dentro da margem brasileira da usina. Toda a operação do sistema será feita a partir de um aplicativo (o Mob-i) que o usuário deverá baixar no smartphone.

Inicialmente, serão empregados no projeto dez veículos elétricos modelo Twizy, da Renault, e quatro pontos de mobilidade inteligente (PMI), que são as estações para retirada e devolução dos carros. A ideia, no futuro, é ampliar o sistema para toda a frota de Itaipu.

Fontes Originais das Informações



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